05/12 – “Por Acaso no Rival” com Dudu Nobre, Moacyr Luz e Nilze Carvalho

“POR ACASO NO RIVAL” RECEBE ELBA RAMALHO, MARIANA AYDAR CHICO CÉSAR, VITOR RAMIL, ADRIANA CALCANHOTTO, RUBEL, CRIOLO, KAROL CONKA, ALCEU VALENÇA, MOACYR LUZ, DUDU NOBRE, NILZE CARVALHO, ALMÉRIO, JULIANO HOLANDA, PC SILVA, MARTINS 

José Maurício Machline reedita programa de entrevistas que comandou na televisão até 2004, agora em formato exclusivo para web captado no Teatro Rival Petrobras.

Adaptação do programa de televisão comandado por José Maurício Machline na televisão entre 1991 e 2004, o evento Por Acaso no Rival inicia sua segunda temporada em dezembro com as participações de Moacyr Luz, com Dudu Nobre e Nilze Carvalho (05/12), Chico César com Vitor Ramil (11/12), Adriana Calcanhotto com Rubel (12/12), Alceu Valença com Cena Pernambucana: Almério, Juliano Holanda, PC Silva e Martins (13/12), Criolo com Karol Conka (18/12) e Elba Ramalho com Mariana Aydar (20/12). Agora aberto ao público (informações no serviço abaixo), o projeto, que promove bate-papos informais e números musicais com grandes nomes da MPB, já promoveu encontros de Zeca Pagodinho com Mariene de Castro; Gal Costa com Alice Caymmi; Lenine com Roberta Sá; João Bosco com Hamilton de Holanda; Ney Matogrosso com Filipe Catto, Simone Mazzer: Baby do Brasil com Maria Gadú.

Criador da mais respeitada premiação da música brasileira há quase três décadas, Machline estendeu sua paixão à música em várias direções ao longo da carreira, uma delas o programa de TV Por Acaso, que comandou em duas emissoras até 2004 e reúne um impressionante acervo de mais de 600 entrevistas com artistas e personalidades da cultura brasileira de todos os gêneros e gerações.

A parceria com Leandra Leal e Angela Leal veio ao encontro de um desejo antigo de Zé Maurício, como é carinhosamente chamado no meio, de reeditar o programa: “Há algum tempo vinha pensando em retomar este projeto e essa colaboração traz a oportunidade não apenas de realizá-lo, como também oferece uma possibilidade ainda mais ampla de interagir com os artistas em um formato ao vivo, que trará mais calor e dinamismo às entrevistas”, explica.

Rebatizado de Por Acaso no Rival, o programa é abrangente e, assim como o Prêmio, contempla todos os gêneros da música brasileira, recebendo a cada semana uma dupla que tenha algum tipo de afinidade artística. “A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, detalha Machline.

José Maurício Machline
José Maurício sempre foi um apaixonado por música. Isso explica porque, ainda como executivo do Grupo Sharp, começou a se envolver com produção musical. Em 1982, fundou a empresa Pointer, que mais tarde se transformou num selo com discos lançados de Leny Andrade, Jane Duboc e César Camargo Mariano, entre outros. Em 1987, criou o Prêmio Sharp de Música – rebatizado anos mais tarde de Prêmio Tim de Música até se consolidar definitivamente como o Prêmio da Música Brasileira – e o Prêmio Sharp de Teatro. A década de 90 trouxe novidades. Em 1991, começou a apresentar Por acaso, programa de TV em que entrevistava artistas e celebridades. Como produtor, esteve à frente de importantes eventos como o Prêmio Craque do Brasileirão, Prêmio Caras de Música, Brasil in Mônaco, entre outros.

Teatro Rival Petrobras
Criado em 1934 por Américo Leal, o Rival sempre foi referência da vanguarda artística carioca e um dos principais palcos do Teatro de Revista, Teatro do Rebolado e de shows de travestis recebendo em seu palco ícones como Grande Otelo, Oscarito, Dercy Gonçalves, Rogéria, Jane di Castro e Divina Valéria, entre muitos outros. A partir de 2000, já sob a direção de Angela Leal, iniciou parceria com a Petrobras, que passou a integrar seu nome, e abrigou uma ampla programação musical passando pelas mais diferentes vertentes musicais. Nomes como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Alcione, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila e João Nogueira, no samba; Cauby Peixoto, Angela Maria e Elza Soares, ou ainda João Bosco, Emílio Santiago, Luis Melodia, Ivan Lins, sem esquecer Cassia Eller, Lenine, Adriana Calcanhotto, Seu Jorge e Otto se apresentaram por lá. Fechado por três meses para reforma, o Rival foi reaberto no fim de abril deste ano, sob a direção de Leandra Leal, marcando a terceira geração da família à frente do teatro, com uma série de novidades, a partir do trinômio música, gastronomia e boemia. Para isso, estabeleceu parcerias com a consagrada chef Kátia Barbosa, do restaurante Aconchego Carioca, e sua filha Bianca; Alê Youssef, na curadoria artística, e Pedro Henrique Trajano na administração. Com programação variada durante toda a semana, o Rival ganhou ainda um anexo, o Rivalzinho, no local do Café Rival. Novo bar, voltado para a rua, em pouco tempo se tornou um point concorrido da boemia carioca.


Programação:
Dia 05/12 – Dudu Nobre, Moacyr Luz e Nilze Carvalho
Dia 11/12 – Chico César e Vitor Ramil
Dia 12/12 – Adriana Calcanhotto e Rubel
Dia 13/12 – Alceu Valença e Cena Pernambucana: Almério, Juliano Holanda, PC Silva, Martins
Dia 18/12 – Criolo e Karol Conka
Dia 20/12 – Elba Ramalho e Mariana Aydar


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 05 de dezembro (quarta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 60,00 (Inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo