BASTIDORES

"Bloco Rival Sem Rival"

Vem ai! Em fevereiro o "Bloco Rival sem Rival", este que já se tornou uma tradição dos arredores da Cinelândia . Depois de homenagear grandes ícones do samba como: Arlindo Cruz, Tia Surica e o saudoso Luiz Carlos da Vila, desta vez será mais uma grande estrela, trata-se de Moacyr Luz. Um dos principais compositores desse gênero que ganhou o mundo. Como tradicionalmente acontece o homenageado ganha sempre um samba inédito, encomendado a um outro grande artista. Desta vez será o sambista Agrião. Que se encarregou de entregar um belo samba para que o bloco possa fazer uma bela e oportuna homenagem ao grande poeta.

Em breve mais informações.

 

 

 

 

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04/12/2008 - O Dia Online - Julio Biar
Maluco beleza de volta aos palcos

O ator Roberto Bomtempo vira o cantor Raul Seixas em peça que estréia no Teatro Rival após ser vista por 150 mil espectadores

Rio - O ator Roberto Bomtempo sempre foi fã de duas figuras emblemáticas da música popular brasileira: Tim Maia e Raul Seixas. Se os encontros com o ‘síndico’ não resultaram no filme imaginado por ele, o acaso fez com que o ‘maluco beleza’ entrasse na vida de Bomtempo, que fica em cartaz, de hoje a sábado, às 19h30, no Teatro Rival, com o espetáculo ‘Raul Fora da Lei’ (veja amanhã no ‘Guia Show & Lazer’ como ganhar ingressos).

“Um ano após a morte do Raul, estava viajando com uma peça teatral e encontrei numa loja, no interior de Santa Catarina, uma caixa com 22 fitas K-7 piratas com a obra dele”, lembra Roberto. A partir daí, o ator foi descobrindo o trabalho de Raulzito, e virando um verdadeiro pesquisador. “Em 1994, já tinha muitos textos que eu lia para meus companheiros de teatro. Existia a vontade de fazer um espetáculo.” Com direção de José Jofilly, ‘Raul Fora da Lei’ estreou em novembro de 1999, contando a vida do cantor, da infância à sua morte, aos 44 anos, em 1989.

Oito anos e 150 mil espectadores depois, Bomtempo ainda se emociona ao entrar em cena. “Tudo o que Raul dizia continua atual, me identifico muito com aqueles pensamentos.” Para ele, as questões sociais e humanitárias levantadas pelo músico muitas vezes foram vistas como excentricidades. “Ele estava à frente de seu tempo, foi incompreendido, chamado de maluco.”

Os fãs matam as saudades de clássicos como ‘Gita’ e ‘Cowboy Fora-da-Lei’. “Alguns malucos-beleza, mais animados, querem subir no palco, cantar junto”, brinca o ator que é acompanhado pela banda M-743 durante a apresentação.

De passagem pela Bahia, Roberto foi assistido pela mãe de Raul que, após convidar a equipe para um almoço, presenteou o ator com uma tela pintada pelo próprio roqueiro. “É um presente especial, está muito bem guardado”, conta.

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Roberto Bomtempo reapresenta a peça 'Raul fora da lei' no Rival

o Globo online - 03/12/2008

RIO - O ator Roberto Bomtempo sobe ao palco do Teatro Rival nesta quinta (04.12) com a peça "Raul Fora da Lei". O espetáculo revela a intimidade de Raul Seixas e aborda assuntos como sucesso, mulheres, espiritualidade, anseios, sonhos e frustrações.

No palco, a banda M-743 toca ao vivo, sob a direção musical de Igor Eça. Os músicos executam a maior parte da trilha, composta de sucessos de Raul Seixas, e contracenam com o ator.

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Janeiro de 2009 já reserva grandes estrelas para o palco do Rival Petrobras

Até os meados de dezembro o Teatro Rival Petrobras completará 290 shows, realizados somente em 2008. E a apresentação dos mais importantes espetáculos, não para por aí! Em janeiro, passarão pelo palco do Rival Petrobras, grandes estrelas como Arlindo Cruz, Elza Soares, Luiz Melodia, Dudu Nobre, Alcione, Zé Renato e a atual revelação da MPB Silvia Machete.

Em breve mais informações.

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Novembro 26 - Notas Musicais

"Sensacional, Leny celebra Brasil com Lubambo"

Resenha de Show
Título: Lua do Arpoador
Artista: Leny Andrade e Romero Lubambo
Local: Teatro Rival (RJ)
Data: 26 de novembro de 2008
Foto: Mauro Ferreira
Cotação: * * * * 1/2
Em cartaz até 29 de novembro de 2008, às 20h

Em 1961, Leny Andrade lançou seu primeiro LP. O título era A Sensação porque a jovem cantora vinha causando frisson no efervescente Beco das Garrafas com sua voz volumosa, cheia de suingue jazzístico. Pois qualquer espectador que for ao Teatro Rival (RJ) assistir ao show Lua do Arpoador - feito por Leny na companhia do violonista Romero Lubambo até sábado, 29 de novembro de 2008 - vai comprovar que, quase 50 anos depois de sua feliz estréia nos palcos e nos discos, a intérprete continua sensacional. Seja pelo senso rítmico apuradíssimo (reafirmado em números como Só Danço Samba e Samba de uma Nota Só), pela capacidade de reinventar uma música sem descaracterizá-la (e Leny e Lubambo fazem milagre em Aos Pés da Cruz e em Triste) ou pela perfeita emissão vocal (capaz de encarar melodias sinuosas como Refém da Solidão), Leny Andrade ainda é, aos 65 assumidos anos, uma sensação. Até pela fidelidade aos princípios artísticos...
Na estréia do show, na noite de quarta-feira, 26 de novembro, Leny disse em cena que uma cantora é grande somente se tiver grandes músicos ao seu lado. Pois ao seu lado no palco nu do Rival está um gigante do violão, Romero Lubambo, músico radicado desde 1985 nos Estados Unidos, país onde gravou em dueto com Leny dois álbuns, Coisa Fina (1994) e Lua do Arpoador (2006). Embora o último dê título ao show, o roteiro equilibra músicas dos dois CDs numa espécie de celebração do Brasil, explicitada logo na abertura quando, sozinho em cena, Lubambo toca o Hino Nacional Brasileiro. Na seqüência, já com Leny em cena, a dupla emenda Desenredo (G.R.E.S.Unidos do Pau Brasil) - bissexta parceria de Ivan Lins com Gonzaguinha (1945 - 1991) e No Pedaço (Moacyr Luz e Sérgio Natureza), dois sambas que alfinetam o Brasil ao mesmo tempo em que o afagam. Contudo, Leny e Lubambo celebram o País através de uma de suas maiores riquezas: a música. E aí cabe tanto um samba do recorrente Ivan Lins (Essa Maré, parceria com Ronaldo Monteiro de Souza) como uma canção de Roberto e Erasmo Carlos (Olha, com cacos postos por Leny na letra). Ou ainda um dos temas desiludidos de Lupicínio Rodrigues (1914 - 1974), Esses Moços, ponto alto do show pela interpretação soberba de Leny. E, como a música não tem fronteiras, cabe também um tema instrumental como Bluesette (Toots Thieleman), prato cheio para Leny reeditar sua habilidade nos scats e para Lubambo expor sua fluência no idioma jazzístico. Mesmo quando uma ou outra música não está à altura da cantora e do violonista - e o samba que dá título ao disco e ao show, Lua do Arpoador, não é dos mais inspirados da lavra de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza - Leny Andrade e Romero Lubambo causam sensação pela rara interação e pela felicidade de estarem dividindo o palco brasileiro do Teatro Rival. É coisa fina!!

 

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27/11/2008 10:39:00 - O Dia Online

Leny Andrade e Romero Lubambo no Rival

Rio - Acontece até sábado o encontro da diva Leny Andrade e o violonista Romero Lubambo (radicado nos EUA), no seu mais recente trabalho intitulado "Lua do Arpoador", que reúne temas de Carlos Lyra, Ivan Lins, Gonzaguinha, Jobim e Baden Powell, no palco do Rival Petrobras.

Dentre os bossa-novistas originais, Leny e Romero recriam "Triste" (Jobim), "Violão vadio" (música de Baden Powell e letra de Paulo César Pinheiro), "Influência do Jazz" (Carlos Lyra), esta última lançada, em 1962, no álbum "A arte maior de Leny Andrade". "A gravação original tinha o piano de Tenório Júnior. Esta nova versão tem a cabeça do Romero. A dupla funciona assim: um diz mata e o outro diz esfola", diverte-se Leny, responsável pela escolha do repertório.

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Domingo, 23 de Novembro de 2008 - Diversão é a Solução

Leny Andrade e Romero Lubambo no Rival


O encontro da diva Leny Andrade e o violonista Romero Lubambo (radicado nos EUA), no seu mais recente trabalho intitulado "Lua do Arpoador", reúne temas de Carlos Lyra, Ivan Lins, Gonzaguinha, Jobim e Baden Powell, no palco do Rival Petrobras.

Dentre os bossa-novistas originais, Leny e Romero recriam "Triste" (Jobim), "Violão vadio" (música de Baden Powell e letra de Paulo César Pinheiro), "Influência do Jazz" (Carlos Lyra), esta última lançada, em 1962, no álbum "A arte maior de Leny Andrade". "A gravação original tinha o piano de Tenório Júnior. Esta nova versão tem a cabeça do Romero. A dupla funciona assim: um diz mata e o outro diz esfola", diverte-se Leny, responsável pela escolha do repertório.

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"Leny Andrade lança disco com o violonista Romero Lubambo no Rival"
O Globo


RIO - A cantora Leny Andrade e o violonista Romero Lubambo sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras nesta quarta (26.11) para lançar o disco "Lua do Arpoador". Gravado e masterizado entre Nova York e Nova Jersey - cidade onde mora Lubambo e onde Leny viveu durante muitos anos -, o CD reúne 13 canções intepretadas pelos dois artistas em outros trabalhos.

Clássicos da bossa nova, como "Triste", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e "Influência do jazz" (Carlinhos Lyra) foram recriados com roupagem jazzística. O álbum traz ainda quatro músicas inéditas, duas da parceria de Ivan Lins com Ronaldo Monteiro de Souza ("Lua do Arpoador" e "Quando você não vem").

 

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19 novembro - O Dia Online

"Tia Surica ganha festa em grande estilo"
Por Fernando Feroli

Estava todo mundo lá: a Velha Guarda da Portela, amigos, vizinhos sambistas ilustres e uma platéia disposta a homenagear uma das mais ilustres figuras do samba. Tia Surica recebeu convidados ilustres como Monarco, Beth Carvalho e Marquinhos de Oswaldo Cruz, que dividiram o palco com a anfitriã e o grupo Semente - conhecido pelo seu trabalho com Teresa Cristina - e Paulo 7 Cordas.

Meia hora antes do início da festa já era possível sentir o clima 'família' que tomou conta do Teatro Rival, onde Tia Surica faz regularmente a sua famosa feijoada,que também leva centenas de pessoas à quadra da Portela o primeiro sábado de cada mês. O público já ensaiava alguns sambas, chapéus da Velha Guarda podiam ser vistos nas mesas próximas ao palco.

A ovação ao final do primeiro samba emocionou Surica, que ensaiou um pequeno discurso, mas parou antes de começar a chorar. Emoção foi a tônica da noite. Monarco fez o público pedir bis e Beth Carvalho lembrou de uma placa feita por Surica em agradecimento por ela ter gravado sambas da Velha Guarda.

Lá pelo meio do show já era impossível andar pelos corredores do Rival, totalmente lotados com pessoas sambando, casais dançando agarradinhos e muita gente sorrindo, com a certeza de que assistiam um dos momentos mais belos do samba carioca.

Parabéns, Tia Surica.

 

 

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Você, nosso cliente e amigo, que tem prestigiado a nossa programação e a pesquisa interna sobre os nossos serviços, obrigado pelo carinho e pela credibilidade.

Dessa vez, selecionamos essas frases. A próxima pode ser a sua!


"Adoro! É um lugar onde abrimos nossos corações e estamos homenageando os artistas que somos fãs e que nos trazem alegria”
                       Eliana da Silva Oliveira


"Maravilhosa!!! Quintal da minha casa”
                                               Nanci Rosa


"Muito boa! Combina bom gosto, aconchego, conforto e preço competitivos”
                                                                                                 Valter da Mata

“Adoro o Rival! Sinto-me muito bem aqui. É a minha cara!”.
                                                                         Regina Rocha

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O Globo

De volta da África, Mart'nália retoma show de seu novo disco 'Madrugada'

RIO - Recém-chegada de Moçambique, na África, onde se fez uma série de shows, a cantora Mart´nália volta ao palco do Teatro Rival nesta quarta (12.11) para a apresentar seu novo disco, "Madrugada".

Com produção musical de Arthur Maia e Celso Fonseca e direção artística de Marcia Alvarez, o CD faz uma espécie de contraponto ao último trabalho da cantora, o disco "Menino do Rio", gravado em 2005.

- Este disco é mais solto e tem mais charme, o charme da "Madrugada". Estou vivendo um momento mais feliz, em vários sentidos, e isso se reflete no disco, diz a cantora.

Com repertório eclético, "Madrugada" combina o bom e velho samba carioca com soul, funk e ritmos africanos. Toda essa mistura resulta, nas palavras da cantora, numa espécie de "samba djavaneado".

Tema da novela "Três irmãs", da TV Globo, a faixa "Don't worry, be happy", apresenta uma releitura suingada da música de Bobby McFerrin, com "inglês de Vila Isabel", como diz a cantora.

No repertório do show foram incluídas outras canções do disco, como "Alegre menina", da dupla Dorival Caymmi/Jorge Amado, e "Angola", que revela, com arranjo luxuoso, a proximidade de Mart'nália com o continente africano.

Depois desta série de shows no Rival, Mart'nália se apresentará em outras capitais brasileiras, como Salvador e Manaus. A cantora volta ao Rio no dia 2 de dezembro, quando fará uma participação especial num show da cantora Dona Ivone Lara.
Ouça a faixa "Sai dessa", do disco "Madrugada".

Mais notícias no site do Rio Show. Confira

Mart'nália @ Teatro Rival Petrobras. Rua Álvaro Alvim 33, Cinelândia. Tel.: 2524-1666. 19h30m. R$ 40 e R$ 50

 

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O Dia Online - 12/11/2008 10:35:00

Mart'nália inicia temporada de shows no Teatro Rival nesta quarta


Rio - ‘Relax que tudo fica diferente/ Stress faz adoecer; amor, rejuvenescer/ Sorria mais e leve a vida simplesmente’. Tema de abertura da novela ‘Três Irmãs’, a versão de ‘Don't Worry, Be Happy!’, da carioca Mart’nália, traduz o clima de seu novo show, ‘Madrugada’, que estréia hoje curta temporada no Teatro Rival Petrobras.
Até sábado, a cantora apresenta na casa as músicas do sétimo disco de sua carreira, entre elas ‘Alívio’, de Arthur Maia e Djavan, e ‘Cabide’, gravada por Ana Carolina. “Conhecia a melodia de ‘Alívio’ desde que estudava no Colégio ADN do Méier. Ele (Arthur Maia) pedia para eu colocar letra e eu não coloquei, graças a Deus”, confessa a cantora.
Já ‘Cabide’, que fez parte da trilha sonora da novela ‘Paraíso Tropical’, permitiu que Mart’nália mostrasse um outro lado do Rio de Janeiro. “Num momento em que o Rio estava em baixa para caramba, vem a novela falando sobre Copacabana. A música da Ana Carolina foi um sucesso e viajei muito por causa da novela. Fui para Roraima, Porto Alegre...”, revela.
Teatro Rival Petrobras. Rua Álvaro Alvim 33, Cinelândia (2240- 4469). De hoje a sábado, às 19h30. De R$ 35 (os primeiros 150 no Setor B) a R$ 50. Livre. Menores de idade devem estar acompanhados dos responsáveis

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Caderno B – JB
Coluna Gente – Heloísa Tolipan

Segunda-feira, 3 de novembro de 2008


Tudo em família

Em julho, quando esteve no Rio para assistir ao show de Beto Guedes, no Rival, Sonia Braga, ao ver anunciado na marquise do teatro o nome de Toninho Horta, suspirou: “Devia ter aceitado o pedido de casamento dele há alguns anos em Nova York...”. SE a dupla poderia ter juntado escovas de dentes, ninguém nunca saberá. Mas foi bem em um clima “lá em casa” que Toninho subiu ao palco do Rival, no fim de semana, depois de longas temporadas internacionais: ao lado da Orquestra Fantasma, que conta com a irmã, Lena Horta, na flauta , e o cunhado, Yuri Popoff, no baixo. A um mês de apagar a 60ª velinha do bolo de aniversário – e a poucos de completar 40 anos de carreira – Toninho dedicou a noite a outra irmã, a produtora Gilda Horta. Para emoção geral da nação.

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Uma das mais privilegiadas vozes da MPB dos últimos tempos, a cantora Lana Bittencourt, irá se reunir na próxima semana com a cantora e compositora Isabella Taviani para traçar o repertório que farão juntas, para o show da consagrada diva, no dia 04/11 às 19h30, no palco do Rival Petrobras.

Em breve mais informações.

O Dia Online - 10 de Outubro

Em turnê pelos Estados Unidos, Virgínia Rodrigues já teve sua voz saudada como 'celestial' pelo jornal The New York Times. Algo que os baianos já sabiam desde 1994, quando Virgínia foi projetada ao cantar o tema sacro Verônica na peça Bai Bai Pelô, do Bando de Teatro Olodum. Recomeço, disco que a gravadora Biscoito Fino lança esta semana, confirma a cantora entre as grandes do Brasil. O título tem a ver com o fato de ser o primeiro CD da artista em cinco anos. E também com a nova opção artística que pauta o canto de Virgínia. Se os CDs Sol Negro (1997), Nós (2000) e Mares Profundos (2003) situaram a cantora na fronteira afro-baiana, Recomeço abre o leque geográfico e estético. No disco, Virgínia aborda músicas de Dolores Duran (A Noite do Meu Bem), Tom Jobim (Estrada Branca, com Vinicius de Moraes) e Sueli Costa (Alma, com Abel Silva) com sua voz de mezzo-soprano, de timbre operístico, e mostra que há mesmo algo de celestial no seu canto, que transita entre o lírico e o popular. Sempre com profunda carga de ancestralidade africana, jamais atenuada - felizmente! - neste CD camerístico arranjado pelo pianista Cristóvão Bastos.
Recomeço é, aliás, disco de voz e piano. Ainda que tenha até sons de água na faixa Triste Baía da Guanabara. Nesta parceria de Noveli com o saudoso poeta Cacaso, salta aos ouvidos a textura sacra do canto de Virgínia. A regravação de Beatriz parece mesmo vinda do céu... Urdida com vocalises e agudos penetrantes, a leitura de Virgínia para o tema de Chico Buarque e Edu Lobo figura entre as melhores da música, rivalizando com os registros igualmente deslumbrantes de Milton Nascimento, Mônica Salmaso e Cida Moreira.
É fato que o formato minimalista que une a voz de Virgínia ao piano de Cristóvão Bastos dá ao disco tom uniforme e nem sempre Virgínia consegue driblar a inevitável linearidade. Quando ela consegue, como na abordagem camerística de Por Toda Minha Vida e como no mergulho nos profundos mares de Porto de Araújo (Guinga e Paulo César Pinheiro), Recomeço beira o divino, o sublime. É como se Virgínia orasse ao cantar.
Se você ainda não conhece o canto de Virgínia Rodrigues, agende uma ida ao Teatro Rival, de quinta-feira a sábado da próxima semana, quando ela faz show para badalar a edição de Recomeço. É voz dos deuses.

POSTADO POR: Mauro Ferreira às 09:42

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Virgínia Rodrigues


A cantora baiana, Virgínia Rodrigues, conversou com a equipe do teatro Rival Petrobras, sobre a expectativa do show de lançamento do cd “Recomeço”. No repertório do show, ela irá recriar interpretações para clássicos como “Beatriz”, “Todo Sentimento”, “Estrada Branca”, “A Noite do Meu Bem”, entre outras.

Equipe: Virginia, por que o título “Recomeço”?

Virgínia Rodrigues: É porque... depois de 4 anos, estou voltando ao disco , gravadora nova, Biscoito Fino, é isto ...(Risos)

EQ: Qual foi o critério para a escolha do repertório, já visto que se trata de clássicos da música popular brasileira que se tornaram conhecidos em outras vozes?

VR: A escolha foi puramente por critério emocional. Comecei a mergulhar nas canções que eu sempre quis cantar e nunca tive oportunidade de gravá-las. Durante a pesquisa, achei pérolas que marcaram a minha infância e até mesmo a infância da minha mãe, que é o caso da canção “Boa Noite Amor” de Zé Maria de Abreu e Francisco Mattoso, que ficou conhecida na voz de Francisco Alves. Foi uma forma de homenagear minha mãe. E a partir dessa viagem, quando eu assustei, o repertório já estava traçado.

EQ: Você gravou uma canção desconhecida do repertório de Guinga e Paulo César Coelho, intitulada “Porto de Araújo”. Como você chegou nessa canção?

VR: Foi uma sugestão de Olívia Hime. Ao conhecê-la acabei me envolvendo achando-a linda . Acho que a gravação ficou muito boa, e se não bastasse a letra de Paulo Pinheiro faz uma citação a Nanâ. Acabou virando uma homenagem a esse orixá poderoso.

EQ: O que tem de especial na sonoridade desse show?

VR: Na verdade trata-se de um recital de voz e piano. Eu espero emocionar as pessoas. Esse cd foi feito em um momento muito especial da minha vida . Quero emocionar as pessoas, cumprir o propósito do artista.

EQ: O que o público do Rival Petrobras pode esperar para esse show?

VR: Pode esperar o melhor de mim, porque cantar no Rival é sempre muito especial. Pois fora da minha terra natal, que é a Bahia, a primeira casa de espetáculo que abriu as portas para o meu trabalho, no show do cd “Sol Negro”, foi o Rival. Eu já gostava do Rival por todos esses motivos, imagina agora que já estou sabendo da belíssima reforma!


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A grande diva da MPB, a cantora Leny Andrade, retornará ao palco do Rival Petrobras em companhia do aclamado músico brasileiro radicado nos Estado Unidos, Romero Lubambo.
O repertório desse show será baseado nos dois cds gravados em duo intitulados “Coisa Fina” e “Lua Do Arpoador”. Um resultado primoroso das cordas encantadoras de Romero, com a voz e a interpretação única de Leny.


Em breve mais informações

 

 

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Sônia Braga deu um break em plenas férias em Itacoatiara da Serra, para vir prestigiar Macalé , Omar e Adriana no show em homenagem ao poeta Waly Salomão.

Passaram por lá Lúcia Veríssimo, Isabel Diegues, Susana de Moraes entre outros.

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Tributo a Wally Salomão no Teatro Rival Petrobras emociona

Fernando de Oliveira
O dia Online

Rio - O espetáculo Olho de Lince, um tributo ao poeta Waly Salomão, em cartaz atá hoje (quarta) no Teatro Rival, no Centro do Rio, emociona e promove o encontro incomum entre o "maldito", a poesia e a doçura. Capitaneado por Jards Macalé, que vestindo uma habitual camiseta azul com o símbolo do Super-Homem, dedilha e acaricia seu violão com acordes ora dissonantes, ora inquietantes, bruscos e delicados, mostra que faz muito bem não se prender ao convencional.

Brincando com alguns (poucos) elementos do cenário, fazendo caretas e dando sua interpretação única a algumas composições de Salomão, Macalé é a personificação de uma inquietude epilética que mexe com o " confortável" e faz muito bem ao Brasil.

Acompanhado da banda VulgoQinho &Os Cara e do filho de Waly - Omar Salomão - Macalé ainda recebe a doce presença de Adriana Calcanhotto, que consegue domar o ímpeto e o violão do "Maldito" em duetos impensavelmente belos.

Macalé é um personagem tão ímpar (não deixe de ver o documentário sobre ele - "Jards Macalé - Um morcego na porta principal" - que está em cartaz no Festival do Rio) que chegou a pedir desculpas ao público e a sua convidada após errar quase todo o arranjo de uma canção, que foi repetida de maneira impacável.

Fumando e se divertindo, Macalé parece mesmo o artista perfeito para homenagear o também louco parceiro Waly. O show ainda contou com versos do poeta sendo recitados pelo seu filho e a inspirada participação da VulgoQinho &Os Cara. Quem quer ter uma chance de ouvir composições como Anjo Exterminado, Olho de Lince, Negra Melodia, Revendo Amigos, Cobra Coral e Fábrica do Poema, não pode perder o espetáculo desta noite.

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Os maiores ícones do clube da esquina marcaram presença no último final de semana, na temporada de Lô Borges no Rival.
Entre eles: Milton Nascimento ,Tunai, Flávio Venturini e Ronaldo Bastos.
O público se emocionou com as músicas "Clube da Esquina", "Tudo o que você podia ser", entre outras.

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Espetáculo "Raul Fora da Lei", do Roberto Bomtempo, em dezembro no Rival Petrobras

Precisamente nos dias 4,5 e 6 de dezembro, o ator Roberto Bomtempo subirá ao palco do Teatro Rival Petrobras para comemorar o oitavo ano do espetáculo "Raul Fora da Lei", onde o aclamado ator interpreta o inesquecível astro do rock nacional, Raul Seixas.

Em breve, mais informações!

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Nos próximos dias 23 e 24 de outubro, Arlindo Cruz e Moacyr Luz estarão no palco do Rival no projeto "Encontros Rival Petrobras", em um show inédito.

Fica essa dica para você, nosso internauta!


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*Um dos mais renomados instrumentista e compositor do Brasil, fará em duas únicas apresentações nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, um show em companhia da Orquestra Fantasma, responsável pelos trabalhos mais marcantes da carreira do artista.

Em breve, mais informações!

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Bastidores do Ensaio



Ontem foi dada a largada para o inédito tributo ao saudoso poeta Waly Salomão. A alegria,o companheirismo e a paixão pela sua obra, uniram em um estúdio em Botafogo , Jards Macalé, Adriana Calcanhotto, Omar Salomão e VulgoQinho & Os Cara para um dos últimos ensaios. A felicidade tomou conta do ambiente, como comprova a foto ao lado, entre Adriana, Omar e Macalé, feita nos bastidores.

 

Dona Ivone  e Délcio falam das duas apresentações que serão realizadas no Rival Petrobras.

Dois gênios da MPB, a pungente Dona Ivone Lara em companhia do consagrado Délcio Carvalho, irão comemorar 35 anos de parceria e amizade no palco do Teatro Rival Petrobras, nesta sexta e sábado. Nessa manhã de segunda, Dona Ivone e Délcio falaram da emoção e da expectativa que permeia as vésperas dessas apresentações, por telefone à equipe Rival Petrobras.

“É uma felicidade imensa ser parceiro e por que não, ser até mesmo membro da família, desta minha querida, Dona Ivone. Toda as vezes que nos reuníamos ,seja para efetuarmos ensaios, para compor ou para encontro cotidiano, acaba tudo em festa. Quando compomos “Alvorecer” , que se tornou um dos nossos maiores sucessos, percebemos que não iríamos nos separar e que outras coisas estariam por vir. A minha relação musical com Dona Ivone não é trabalho, é diversão”. Enfatizou Délcio

“A minha parceria com Délcio representa muita coisa. É uma mãe com filho. É um motivo de muita alegria e felicidade. Fizemos muitas coisas bonitas que chegaram na alma de muitas pessoas, aí depois disso começaram a vir os sucessos e então aconteceram muitas coisas bonitas na vida da gente, por exemplo, fomos gravados pela voz da Clara, que amo e sinto muita saudade. Fizemos a canção “Alvorecer” para ela. Neste show o público do Rival pode esperar sucessos e inéditas também, só que as inéditas eu estou tentando decorá-las. (risos) Um beijo para toda família Rival, até lá...” Diz Dona Ivone